Posted by: Liz Silveira

Arregalam-me os olhos, enrijecem-me os ossos. É uma paranóia, um curto circuito anatômico. A cabeça já não comanda quase nada... às vezes respiro no automático e quando vem a noite, ah, lembro-me de dormir. Dormir...

Que semestre! Tudo junto e ao mesmo tempo... ah, que tempo?

Ao final, terá valido à pena.

Sim, terá.

Rindo à Toa...  

Posted by: Liz Silveira


Se tem uma coisa que me faz sentir a pessoa mais abençoada do mundo é quando estou completamente "escondida" em seus braços. Quando a gente se enrosca daquele jeito que eu não sei mais quem sou eu ou você. Ah... eu queria ficar ali para sempre! Ouvindo você cantar as músicas e trocando todas as letras de modo completamente sem sentido e absurdo, mas que eu adoro. Ficar com o rosto todo arranhado por sua barba; perder a noção de tudo enquanto você me faz carinho e me olha daquele jeito; dizer e ouvir: "te amo pra sempre!"; dar risada de qualquer coisa e conversar sobre tudo em questão de segundos...


Enfim.. por mim, criaria raízes naquele colchão, não sairia nunca mais!


Não existe nada melhor do que viver uma paixão que esperou uma vida para acontecer!

TE AMO!!!!!!!!!!!!!!

Eu quero  

Posted by: Liz Silveira


-"Se lhe perguntassem o que você quer pra sua vida, o que você responderia?"


- Eu? Nem tão muito... nem tão pouco. Eu quero risos e sorrisos sinceros, olhares suaves, meigos e incrivelmente fortes ao mesmo tempo; eu quero carinho no rosto, beijinhos no nariz, na testa, na bochehca, na boca e onde mais quiser dar... quero piadas, músicas e filmes para recordar; sustos, suspiros e surpresas ao acordar; sentir saudade sabendo que logo mais matará; fotos para chorar; quero paisagens lindas, viagens inesquecíveis e, às vezes, viajar sem nem sair do lugar...


Eu quero tanto... eu quero tão pouco... eu quero tudo e não quero nada.


Eu quero aquilo, eu quero isso, eu quero SEMPRE!

"Pela janela do quarto...'  

Posted by: Liz Silveira

Estava agora sentada na janela do meu quarto olhando para as árvores, os pássaros e os cães... de repente me lembrei que aquela janela e aquela mesma vista me acompanharam durante as fases mais importantes da minha vida... e agora não está sendo diferente.
Sentirei alguma saudade. Saudade boa. Saudade de coisa boa!

Para cada livro, uma saudade  

Posted by: Liz Silveira


Quando um livro termina é como se me tirassem um amigo, um companheiro de todas, todas, TODAS as horas. Juntamente com o virar da última página vem um arrepiozinho no peito, uma saudade...

Saudade dos personagens, da história (ou estórias), das horas a fio mergulhada naquela terceira dimensão milimétricamente imaginada e decorada por mim.

Saudade dos litros de expresso ou capuccinos que bebi, alguns cigarros que fumei, ou chocolates que devorei. Ou simplesmente saudade de ficar encostada em quinhentos travesseiros ainda enrolada na toalha molhada e sentindo, vaidosamente, o perfume do(s) creminho(s) que passei...

Saudade da euforia ao escolher, comprar ou ganhar aquele último livro...

Mas após um curto período de luto vem outra parte excitante: a escolha do próximo! Sair riscando uma infindável lista de opções até chegar num denominador comum. E é assim que outro caso de amor começa...


- À propósito, o último foi Sushi, da escritora irlandesa Marian Keyes! Amei!!! O penúltimo também foi dela... o hilariante Melancia. Leiam moçoilas!!!!!

Noiva em (pré) fúria  

Posted by: Liz Silveira

Pessoas lindas, em relação ao casamento, ainda tenho algum tempo para os preparativos, detalhes... A data está marcada e as outras coisas principais!
Só que agora estou mega-enlouquecendo com meu TCC, estágio, demais estudos e tudo o que isso significa: sanidade zero!
Logo mais embarcarei com toda a força no momento que será o mais especial da minha vida, até a vinda do filhote - claro! Mas isso aí ainda vai demora bastante!
Quero mais é beijar a boca do noivofuturomaridão! rsrsrs...
Beijos e bom dia pra vocês!!!

Atchim!  

Posted by: Liz Silveira

Podre.
Ficar gripada é podre! Aliás... minto. Envelhecer é o Ó!
Era uma vez uma menina que não conseguia dormir antes das 2h da manhã e, ainda assim, acordava – com terrível humor, leia-se – às 6:30, para pegar o temível ônibus e seguir para a faculdade ouvindo e cantarolando musiquinhas durante o percurso. Não satisfeita, ainda achava graça em pegar outra (aaargh!) condução, parar na rodoviária, atravessar uma passarela infernal repleta de vendedores ambulantes tarados e entrar num shopping center horroroso para comer Mc Donald´s e alcançar uma sessãozinha de cinema mais barata...
Isso sem contar na volta para casa, em plena hora do "rush", justamente quando os (novamente!) ônibus estão L-O-T-A-D-O-S de todo tipo de gente: trabalhadores exaustos, pessoas mal educadas e fedorentas, maníacos sexuais, adolescentes rebeldes sem causa e senhorinhas chatas e lerdas que paralisam aquele corredor apertado! Isso sem contar nos vendedores ambulantes que insistem em circular por alí exigindo o máximo de atenção e cordialidade de nós, pobres esfomeados e sedentos por uma cama!

Perguntem-me se eu faria isso novamente? Aliás, não. NÃO perguntem.

Hoje em dia, meus caros, a anciã aqui só agüenta em pé até às 23h. Depois disso, um zumbi feroz e raivoso toma conta do meu corpo pedindo “caaaama, caaama!”. D-e-p-r-i-m-e-n-t-e.
Do que eu falava mesmo...? Ah, sim. Gripe. Já não bastasse minha incrível disposição, eu ainda estou resfriada.
Eu conheço meu corpo muuuito bem. Sei como essa máquina sem manual de instruções trabalha – ou finge trabalhar. Ontem de manhã senti uma pontada de dor de cabeça esquisita e passageira. Mais tarde, meu “nariz” esquerdo (como se eu tivesse mais de um...) ficou irritantemente entupido. Na mesma hora pensei “filha da puta, lá vem você”. Essa porra dessa gripe sempre aparece depois de festas como Carnaval e São João, onde as pessoas gritam aos sete ventos “vamos lá, tá tudo liberado!”. E é um tal de beija-beija que nem o tiozinho que vende cigarros sai ileso! Eu sei bem disso... como sei...
Mas o que me deixa realmente indignada é o simples fato de que eu NÃO SAÍ PARA QUEBRAR TUDO NO CARNAVAL! Aliás, foi meu primeiro carnaval NOIVA! Ou seja: NÃO TAVA TUDO LIBERADO! E hoje penei sobre os lençóis girando de um lado para o outro tossindo, suando e me tremendo... Por que, Deus? Ainda acordei parecendo a encarnação da Noiva de Chuck (Não amor, eu não estou lhe chamando de Boneco Assassino, ta? Você é liiiindo!) Enfim... só queria mesmo demonstrar a minha indignação com essa gripe super-nada-a-ver-efora-de-hora.

Para mim isso só tem um significado: velhice precoce!

 

Posted by: Liz Silveira

Como disse Guimarães Rosa, “a felicicidade se encontra em horinhas dedescuido”.






Alma oportunista  

Posted by: Liz Silveira

Eu tô com uma mania "triste" de tirar proveito das situações. Aliás, eu sempre fui um pouco oportunista. Quem convive muito comigo logo percebe que, como diz minha mãe, "Liz dá nó em pingo de éter". Acho que não há excessão que fuja a essa minha regrinha básica... se até no amor fui assim. Pois é, tirei proveito de um tal evento e de umas tais bebidas para desfilar pra lá e pra cá mexendo os quadris nada discretamente até que ele ficasse tonto o suficiente para não pensar duas vezes onde estava se metendo. Ainda bem... rs!
Quando eu era pequena (digo, menor) só ia ao dentista se minha mãe (sempre ela, tadinha!) me levasse pra comer esfirra de carne depois ou, melhor ainda, comprasse algum brinquedo novo.
Aí eu ia, fingia que sentia mais dor do que eu realmente sentia, chorava e fazia com que ela sentisse pena de mim. Às vezes a dentista nem conseguia terminar o tratamento, daí marcava outra consulta, era tudo o que eu queria: mais esfirras, mais brinquedos. E assim fui levando a vida... Mas parece que o feitiço virou contra o feiticeiro. Hoje é minha sobrinha quem banca a mercenária de doces e presentinhos comigo. Quando ela chega toda meiga e doce dizendo com aquela vozinha mais linda e sonsa do mundo "diiiindaaa..." e pula nos meus braços eu já sei: lá vem bomba!
Bem, não é dando que se recebe? Então. Fazemos tanto o tempo todo pelos outros, trabalhamos mais do que nossa dignidade diante do salário vergonhoso nos permitiria, divertimos a humanidade com nossa estupidez em algumas horas, somos pauta para rodas de fofocas alheias, muitos amam sem serem amados, menininhas trepam e são carinhosas com os menininhos que no outro dia não dizem nem "bom dia", pais se esforçam a vida inteira para dar uma educação digna aos seus filhos, amor e amparo para que depois eles virem as costas e partam para uma jornada ao lado de outras pessoas que não merecem nem um escarro na cara.
Enfim... Acho mais justo exercermos o oportunismo democrático. Vão por mim...

 

Posted by: Liz Silveira


Você parece aqueles doces que vem com surpresinha dentro: quando eu penso que é maravilhoso fica melhor ainda!

 

Posted by: Liz Silveira

"É impossível não acabar sendo do jeito que os outros acreditam que você é"

 

Posted by: Liz Silveira

Antes de você, eu não sabia que a minha risada era tão gostosa...

Estraga prazeres  

Posted by: Liz Silveira

Abri os olhos e já senti vontade de me espalhar na cama, girar de um lado para o outro, abrir a janela, gritar "bom diaaa" e depois fazer xixi cantando. Mas você atrapalhou meus planos quando olhou nos meus olhos e me disse "te amo". Daí não consegui mais girar, gritar nem cantar. Só consegui, bem baixinho, dizer:"eu também te amo".
E desse seu jeito "estraga prazeres" que eu gosto...


(risos)

Cândida  

Posted by: Liz Silveira

Descobri que não sou tão arrogante quanto pensava: hoje sinto pena! Que evolução...
Tenho pena de tudo o que se esforça pra ser e não é, pena de tudo o que quer ser e nunca será e pena de tudo o que sabe que não é mas finge que sim.

Grrr...  

Posted by: Liz Silveira

Eu tenho horror a tosse. Eu não suporto gente tossindo no meio da rua, também não suporto aqueles homens que, com a janela do carro entreabertas, desaceleram um pouco, esticam o pescoço e cospem no chão fazendo aquele barulho engasgado. Eu odeio fila de banco. Mas eu odeio mais ainda essas filas quando estão em zigue-zague. Dá vontade de chutar o traseiro de quem está na minha frente para que caia por cima do outro, e do outro, e do outro... causando um efeito dominó. Então eu passaria alegre e saltitante por cima das cabeças deles. Eu fico louca de raiva quando um pedreiro espirra perto de mim. Na verdade, quando qualquer um espirra perto de mim. Mas o pedreiro em particular me irrita mais, já que está coberto de pó e não sei mais quê das obras. Todo esse pó e não sei mais o quê das obras parecem voar em minha direção. Nessas horas, PRECISO voar no pescoço do pedreiro. Pior que o espirro do pedreiro é a cantada dele. Ah, isso NÃO! É um tal de "ei, coisinha!" ou então "humm princesa...", tem também um certo "goxxxxxxxxxxxxxtosa!". Mas o pior de tudo é, sem dúvidas, aquele "delííícia!".
É. Cada um com seus problemas! Eu tenho esse. Sou facilmente irritável por coisas pequenas e que parecem insignificantes. Já coisas grandes e aparentemente significantes não fazem nem cosquinha! (risos)

Crise de idade  

Posted by: Liz Silveira

Nunca imaginei que teria crise de idade em plenos 21 anos.
Pois é. Nunca imaginei.
Aahh meus 20 anos e meio... pele macia e sedosa... cravos disfarçados pelo frescor da idade, músculos tonificados com um simples espreguiçar ao amanhecer.
E agora... E agora???
Agora corre pra limpeza de pele, Liz.

"Jingo Bell, acabou o papel..."  

Posted by: Liz Silveira

Em relação ao estardalhaço que gira em torno da explosão do webjornalismo e a mega-utilização do ciberespaço através de blogs, twitters, portais de notícias, torpedo news, newsletters e outras ferramentas de comunicação, além do medo que assola as cabecinhas pre-jornalísticas... só tenho algo a dizer:
Quem se preocupa com o fim dos impressos são as empresas de papel. Para mim, pouco importa. A notícia sempre existirá, independente do meio de comunicação que a transporte. O jornalista deve ser multimídia, comunica-se da melhor forma e ser o mais ágil possível. O surgimento de novas ferramentas de comunicação só vem a somar nesta profissão que, há tempos atrás, fez os profissionais penarem à espera dos impressos. É tudo uma questão de adequação, utilizar as novidades ao seu favor. Evoluir sempre.
Com isso não quero dizer que prefiro a qualidade dos resumos de notícias que lemos hoje através dos portais online. Não vou dizer também que não sou nostálgica e que não valorizo o ritual de abrir o jornal "fresquinho" e esquecer do mundo ao meu redor. Sou saudosista a ponto de ainda escrever cartas!
Essas novidades tecnológicas geram oportunidades. concomitante a isso, o crescimento do webjornalismo gera demanda, inclusive aos impressos. Sim, é isso mesmo. Vamos parar de pensar separadamente. É claro que em relação a alguns critérios de formato, por exemplo, a matéria muda a depender da mídia utilizada. Contudo, as rotinas produtivas são uma só, as regras básicas continuam as mesmas (coesão, objetividade, clareza...) e a intenção também:
TRANSMITIR INFORMAÇÃO.
E é isso o que fazemos. Agora... como? Ah... não importa!

Era um broto; É uma rosa  

Posted by: Liz Silveira


É tão bonito ver uma flor brotar. É curioso observar a transformação de um delicado botão de rosa, por exemplo, reinando absoluto com toda a delicadeza ao descobrir os ventos, chuvas e raios de sol que o atingem pouco a pouco. É tudo novidade. Um brinde ao desconhecido!
Tempos depois, o vento passa voraz, bate na cara, traz areia aos olhos; a chuva afoga e embebeda a raiz e o sol queima de tão forte. Já não se trata de um pequeno botão. Aquela flor, ainda menina, se transformou numa linda rosa. Mas agora, cheia de espinhos...

A rosa hoje diz aos novos botões:
- “Os espinhos são poderosos escudos”

Pintando o 7  

Posted by: Liz Silveira


Hoje li sobre um estudo científico acerca do comportamento dos cachorros (cachorros que latem mesmo). Dentre os subtemas abordados, destacava-se a capacidade limitada dos caninos em enxergar as cores. Ao contrário dos seres humanos, esses bichinhos enxergam a vida praticamente numa escala de cinza, salvos alguns tons puxados para o azul ou verde.


É, agora eu entendo porque vejo tudo tão colorido... por um momento pensei que era uma questão pessoal esse negócio de ficar colocando graça onde não tem!


(risos...)


A saga dos pauzinhos  

Posted by: Liz Silveira


Você conhece alguma pessoa que afirme de pés juntos adorar comida japonesa mas que mal saiba distinguir uma, digamos, receita(?) da outra? Que sá segurar com elegância e habilidade os tais dos hashis (para quem não sabe, os abomináveis pauzinhos - ao menos o nome eu sei. Claro, devemos conhecer bem o inimigo! rs). Pois então, num daqueles dias aparentemente comuns em que nada de fantástico promete acontecer... de repente, o amor da sua vida aparece no estacionamento da sua faculdade. Ok, eu sabia que ele passaria por lá. O que eu não sabia é que ele viria com uma de suas gracinhas, rs... como um isqueiro lindo (Sim, eu fumo. Não, ele não gosta disso), dando-me a seguinte explicação:


- Isso não é para te influenciar, mas é que não quero que você fique pedindo fogo aos outros nas festas!


Realmente, fazia todo sentido! Bem... voltando aos hashis... depois de um passeio incrível (não, não sobrevoamos de helicóptero ou de balão o Cristo Redentor, apenas fomos comprar um Ipod no shopping para estimular uma tal de corrida!), fomos almoçar. Para onde ele me leva? Para um Japa da vida! Ok, o lugar é lindo, tudo delicioso e climinha mega romântico. porém, lá estavam eles, os HASHIS! Oh, céus... justo na hora do almoço, em que milhares de seres humanos normais (que sabem dominar pauzinhos) me flagrariam, e agora? O que fazer? Eu nunca tive problemas sérios com essas coisas, como derrubar um sushi cheio de shoyo na mesa, ou destruir qualquer coisa feita com arroz empapado e peixe cru no prato. Também jamais atirei um salmão na cara de alguém (ufa...!). Não, isso não. Mas não tenho coordenação motora nem para escrever às vezes!


Bem, lá estávamos. Eu, ele e a droga dos pauzinhos! Com garra e determinação olhei para os dois e não sucumbi ao medo de errar ou de ser expulsa do restaurante. Comi, ele riu da minha cara, comi novamente, ele riu mais uma vez, então, comi mais ainda. Ao final, quem estava rindo era eu, feliz da vida por mais um dia delicioso em que nada mais importava. Nem a pressa com os horários, nem os telefonemas inapropriados e muito menos os hashis. Estar ao seu lado e me render aos programas e clichês românticos é inexplicável!


Como combinamos, da próxima vez eu irei escolher o restaurante para que continuemos o nosso tour gastronômico em Salvador. E então, meu caro, será a sua vez de tremer na base! Pois, com certeza, escolherei um típico italiano!




rsrsrsrs...






AISHITERU!!!