Ha ha ha!  

Posted by: Liz Silveira


O bom mesmo é rir, rir, rir até não poder mais...

Rir até a barriga doer, até o sorriso dar voltas no rosto!

Rir até os lábios adormecerem,

a cabeça doer...

Rir até lhe faltar o ar!

O melhor é rir, rir bem alto!!!

Rir de nos fazer até chorar!

Rir da vida, rir dos outros, rir de si mesmo!


Sorrir é SIM o melhor remédio.
Ser feliz é uma ordem que eu não ouso desobedecer...

Musicoterapia  

Posted by: Liz Silveira

A cada "viagem musical" descubro coisas cada vez mais interessantes...

Pergunto-me se alguém também acharia o mesmo! Por exemplo, o inesperado dueto entre a musa do Samba Canção (surgido na década de 30), Maysa, e a mineira-baianíssima Clara Nunes. Uma tão profunda, com uma voz densa e de interpretação, por muitas vezes, introspectiva e outra cuja performance nos palcos remete à alegria regionalista e ao folclore, num espetacular jogo de interpretação e celebração aos orixás.
Este encontro pode ser ouvido na música Amor Perfeito.



Delicioso, envolvente, inesperado.


Lealdade fulgaz  

Posted by: Liz Silveira


Incoerentes, inconscientes, indiferentes.


Adjetivos perfeitos para os nossos sentimentos.

Somos transgressores de nossos próprios princípios, de nossas próprias palavras. Certas vezes, isso chega a ser até engraçado, outras nem tanto...

De que vale à pena gastar tanto esforço e saliva reforçando as crenças do próximo? Mascarar uma lealdade fulgaz que decanta ao se deparar com a repugnante realidade?

É, meus caros, refiro-me a qualquer tipo de relacionamento: entre amigos, pais e filhos, irmãos, amantes ou companheiros com ou sem alianças douradas.


Se me permitirem, aqui vai um humilde conselho:


Não esperem nada de ninguém, sejam cúmplices de si mesmos!


Por mais que tentemos o contrário, sabemos que a cada dia que se passa envelhecemos um pouco mais, morremos juntamente com o lento rodopiar dos ponteiros. Com isso, também vai embora a nossa "eterna criança", a nossa bela infância que por muitas vezes insistimos em saudar.

Shh... Segredo (meu); segredo (seu)  

Posted by: Liz Silveira


Em cada olhar percebo vidas diferentes ao meu redor, leio segredos nos olhos de quem nem os vê. A cada passo a distância entre corpos os torna atrativos. Um imã desconhecido, compulsivo e destemido, a ponto de fazer tremer o chão de quem o sente. E nas palavras... sinto inverdades soltas no ar, deconexas, descombinadas...palavras que nem deveriam ser ditas!

A verdade é ignorada a cada instante. O pensamento impregnado se refaz como um mutante, num jogo de "brincar de se esconder" alucinante; Os sonhos são tão caros... e ninguém paga por eles. O segredo que você esconde derrubaria paredes de concreto (você, eu, você, nós, eles...).

Cale-se! Calam-se os pequenos, corróem-se os grandes...

Nada, nada. Tudo agora é nada!

"Não ouço, não vejo e não falo", e assim nossos medos nos dominam.

E seu verdadeiro eu se apaga.

então, ele aplaude.

Império de gelo  

Posted by: Liz Silveira


Água

prazerosa e traiçoeira

famosa em correntezas

invade e transborda emoções


Água

congelada e fria

conserva sentimentos

passado

alegrias


Mas basta um sopro

para que ela derreta e se renove

e então descongele...


Poderosas chamas

que destróem o nosso

império de gelo!


Que alegria! Começamos a desvendar os segredos da vida...

Surpresas  

Posted by: Liz Silveira


Há sempre surpresas

boas ou ruins, mas são sempre surpresas.

De quem você não espera vem, e de quem se espera não tem.

Surpresas...

Tanto  

Posted by: Liz Silveira




É tanto quanto parece


É tanto quanto não se deve


É tanto! Do mesmo tanto que se pede...




E enquanto o pranto desse nosso tanto ferve...


o meu encanto perde o tanto leve.




Se em meras frases o meu tanto voltar


enquanto houver tanto eu quero recordar


vou me armar de toda a força desse tanto


pra quando o pano que cobrir meu trono


resolver saltar.


E aí verás o quanto tanto que é nosso tanto!




E sem mais, haverá tanto o que acompanhar...






(Bom) Cinema  

Posted by: Liz Silveira



Como de costume, tenho assistido a muitos filmes. Passei um tempo acompanhando todos os lançamentos hollywoodianos, tudo muito bem produzido e bastante previsíviel aos olhos treinados. Mas tudo bem, vale a pipoca e os momentos de entretenimento. Mas graças a Deus voltei aos bons tempos de atacar as prateleiras dos filmes de arte, nunca deixei de fazê-lo, mas admito que deixei de assistir muita coisa boa... bem, nada que sessões domingais não resolvam, né? Rs...

Tornei-me assumidamente fã e aprecioadora dos filmes europeus em particular, mas afirmo que as produções brasileiras estão cada vez mais dignas de estrondoso reconhecimento. A arte aflora a cada interpretação emocionada dos nossos grandes e, muitas vezes, ainda pouco conhecidos artistas. Particularmente, o último longa nacional que assisti me deixou completamente fascinada e revoltada (adoro!). Refiro-me ao Era uma vez do reconhecido diretor Breno Silveira. O fato é que a fábula de Romeu e Julieta ganhou ares contemporâneos no filme. O velho dilema do "amor impossível" nesta obra de ficção é composto por duas vertentes da sociedade brasileira: a mocinha rica Nina (Vitória Frate) e Dé(thiago martins), um garoto favelado. Um tema essencialmente tão clichê como este foi transformado a partir de uma visão renovada. No mesmo instante em que ficamos inebriados com a aparente inocência do amor avassalador dos personagens principais, nos anestesiamos quando as outras faces deste relacionamento conturbado afloram!

É simplesmente DIVINO enquanto brasileira acompanhar o crescimento do mercado cinematográfico nacional.



Logo abaixo segue a letra da música tema do filme


Minha Rainha - (Interpretada por Luiz Melodia)
Eu sonhei
Que era rei
E você minha rainha
Quando acordei
Verifiquei
Que você não era minha
Meu coração
Quase parou de dor
Mas consegui
Te conquistar
Meu amor
Hoje acordado eu lhe juro
Que o sonho que eu tive
Era ilusão
Vivo com você Feliz
A rainha
Que tanto
Sonhei


ET, telefone, casa  

Posted by: Liz Silveira


Olá terráquios!

Seres humanos, como vão?

Assim vos chamo em respeito à minha aparente dificuldade em aceitar e me fazer aceita dentre esses tantos tão normais; chatos; pequenos; simplórios; previsíveis e intocáveis que ao meu redor habitam.

Não percebo nada novo, não vejo ninguém ousar... nada, nada, nada!


Como diria Arnaldo Antunes: "Sorroro, eu já não sinto nada!"


Eu como integrante da parcela "jovem" da população brasileira, considero-me apta a escrever sobre isso. E as minhas palavras para definir esta classe resumem-se em: monotonia, inércia, uniformidade e descaracterização.

As roupas são iguais, os cabelos cada dia mais improváveis, as piadas são as mesmas, assim como os pontos de encontro, as amizades, as brigas, os dias, as noites... os perfumes - isso mesmo! - que deveriam ser tão pessoais, reproduzem o mesmo aroma em centenas de "cangotes" por metro quadrado!


Onde está a juventude transviada? Os gritos de liberdade, a rebeldia com causa, a arte à flor da pele, o engajamento político-social, a boa música, os pequenos grandes prazeres dos nossos vinte e poucos anos...? Onde foram parar tantos grandes atos que marcaram épocas?


Só não venham dividir comigo essa auto-censura hipócrita. Gritem, amem, odeiem, abracem, beijem, esmurrem, mas VIVAM! Reajam, reclamem, façam e aconteçam! Só não fiquem aí enjaulados nessa gaiolinha repressora tipo exportação...

O que você quiser  

Posted by: Liz Silveira


"Você pode ser o que você quiser"


Foi o que certa vez meu pai me disse.

Enquanto crianças esperamos eufóricos pelo mundo de gente grande. Contamos nos dedos quanto tempo falta para a vida "começar". E mal sabíamos que essa tal de vida já corria há muitos segundos atrás...
Já quis ser astronauta. Mas logo desisti, pois tenho medo do escuro; pensei sériamente em ser professorinha, mas quando me dei conta de que nem todos os alunos seriam como os meus ursos de pelúcia, achei melhor mudar de idéia; então surgiram outras alternativas em minha ingênua cabecinha, como ser animadora de festas infantis; agente do FBI; médica ou veterinária!

Resultado: nenhuma das alternativas anteriores - é claro!

Cá estou eu neste louco mundo da comunicação. Este meio bastante prostituído que tanto amo e odeio ao mesmo tempo! Mas, incrívelmente, sou feliz assim.
É, pelo visto, eu nao sou o que eu "sempre quis"... ô frase mais ultrapassada.




Amor  

Posted by: Liz Silveira


... que sempre procurou o amor.

Amor de verdade.

Ridículo,

inconveniente,

que consome.

Amor do tipo "não posso viver sem você".

Bilhete  

Posted by: Liz Silveira


Cuidado, eu sou brasileira.

Mas sou pior, eu sou baiana.

Vou desanimar as mulheres

calar pretensas sereias

e algemar meu jovem senhor.

Eu que sempre brinquei com fogo,

agora ardo em suas chamas.

* O meu homem eu enrolo e me atiro a fumar.
Ao meu amado, que todos conhecem.

TPM  

Posted by: Liz Silveira


Oh céus!

Digam-me, o que será que se passa na mente de um ser humano perturbado (diga-se de passagem: do gênero feminino) no período da TPM?!

Que louco momento é este - mais de uma semana, melhor dizendo - que não nos permite raciocinar ou - mais raramente ainda - racionalizar as questões da vida?

Por que tudo tem que ser tão mais difícil? O trabalho é sempre mais árduo, as noites são sempre mais chatas, os dias são mais quentes - ou frios demais, o espelho deixa de ser um amigável conselheiro e se transforma na próprima imagem do inferno auto-retratada, a barriga mais saliente, os dedos mais gordinhos (educadamente dizendo), espinhas adolescentes reaparecem, as bochecham parecem se tornar independentes do resto do corpo de tão volumosas! E o apetite? Ah, o apetite tão voraz!!! Chocolates? Mais se assemelham aos oásis da minha imaginação...


Continuação:

os seios ficam inchados (isso é bom!), porém doloridos (isso é péssimo...), meus pés parecem bolinhos (o diminutivo foi propositalmente amigável) de fubá, se alguém me olhar torto posso até chorar, mas se qualquer indivíduo ousar puxar mais papo comigo do que eu estiver com vontade de debater... juro que mato ou mando calar a boca " na mesma da hora"! Em questão de segundos um simpático "bom dia" pode se tornar uma ameaça fatal à paz mundial!


Enfim... mas quando a menstruação chega: Aaaaaaah... tudo lindo de novo... e tenha um BOM DIA você também!





;)

Iron Man (Uau...!)  

Posted by: Liz Silveira




Depois de muita resistência resolvi assistir ao tão "esperado" Iron Man - O filme.


Eu faria de tudo para não ter que sentar meu querido traseiro baianíssimo numa daquelas poltronas do Cinemark para desfrutar de algumas horas ao som dos ruídos emitidos pelas sucatas do homem de ferro... Mas fui.


Fui e, aviso aos navegantes, ADOREEEEIIIIII!!!


Sim sim, sim! Assistam!


Eu costumo criticar bastante esse tipinho de filme ultra-padrão-americano, mas este foi ótimo. E querem ler uma opnião sincera? Acho que o sucesso do filme deve-se 90% ao charme do incrível Robert Downey Jr. Que charme... Que ironia!




Rrr... vamos parar por aqui, ok Downey? Rs...




Ame calado  

Posted by: Liz Silveira


Busque a quem se ama

mas também ame em segredo.

Ame calado

ou então ame baixo

Mas bem baixo... que é pra quem te espera

não ouvir esse teu medo

"Menos metáforas, mais sexo"  

Posted by: Liz Silveira


Ok, em tempos como este em que até os políticos nos mandam gozar (vide Marta Suplicy), não me resta muita opção a não ser apelar.


Tenho este blog há um tempo bem razoável... o suficiente para obter boa "audiência" e milhares de leitores. Mas não é o que acontece... Vez ou outra uma alma penada me pára e diz "Liz, andei lendo seu blog... muito legal! Gostei mesmo!" - Então... por que diabos não comentou nada, oh pobre criatura?


Será a forma como escrevo? Ou será o quê escrevo? Opto pela segunda opção! E minha querida amiga e fiel escudeira Rachel Koerich (que vai sair na Vogue) também. Como prova, leiam a seguinte conversa do msn:


Rachel diz:
seu blog eh otimo
Liz - diz:
eh
Rachel diz:
vc precisa deixar ele um pouco mais imbecil
Liz - diz:
to vendo
Rachel diz:
pra atingir as massas
Rachel diz:
vc entende...
Liz - diz:
se esta é a fórmula da felicidade...
Liz - diz:
ok
Rachel diz:
as vezes precisamos fazer sacrificios


Como eu ia dizendo...


Pensei: "o que as pessoas gostam de ler? Miséria, desgraça alheia, fofocas e SEXO!" Ok, vamos ao SEXO então...!"


Portanto, almas penadas que rondam meu blog sem comentar, a partir de agora a minha fonte primária de inspirãção será: "Sexo, sexo e sexo!" (Vide Arthur)

E grito  

Posted by: Liz Silveira


Ah... (contínuo e cheio)

Me deixem!

Me deixem estar!


Se é mentira,

Verdade...

Não importa!

Já não há!


Ah... (vazio)

Quem diria...

Quem queria?

Quem faria?

Embaçados  

Posted by: Liz Silveira


Eu tento

vou

eu vou e durmo

então acordo

- cedo -

mexo

remexo

futuco meus olhos

esfrego com os dedos

mas não

não adianta

não desembaçam


a visão é turva

nada nítida

nem se eu os molhasse

nem se chovesse em cima deles

sequer enxergariam...

não adiantaria

eles não desembaçam.

Nada, nada...  

Posted by: Liz Silveira


Tem-se muito

Não há nada


Pensa-se

Deseja-se

Almeja-se

Mas nada é


Não vai, nem vem

Em dois passos... nenhum


Sussuro

silêncio

ou grito

...tanto faz.


Não existe nada

nada mais

nada A mais.

Perde e ganha  

Posted by: Liz Silveira


Vou ganhando

vou perdendo.


Não quero uma coisa,

tampouco a outra.


Perde-se o ar quando respira

Perde-se a razão quando transpira

Perde-se a voz quando sussurra

perde-se o chão quando se atira.


Perder...


Ganhar...

Meu trago  

Posted by: Liz Silveira


Num trago

num passo

num vento de aço


A fumaça desbotada

se refaz no paladar


Derruba-me

atira-me...

arranca-me as guias


Na perfeição de um disfarce

como quem não quer nada

se desmancha no ar

e então volto a tragar.

Sadomasoquismo sentimental  

Posted by: Liz Silveira


Ao parar para ouvir estórias de outras pessoas, ou relembrar fatos de minha vida, cheguei à seguinte conclusão: Somos todos uns sadomasoquistas sentimentais!

Por que será que você sempre ouve suas amigas reclamarem mil e um defeitos tenebrosos de seus companheiros mas, mesmo assim, continuam com eles? Ou casais assexuados que permanecem jutos apenas por comodidade? E, para finalizar os exemplos, pessoas que descobrem descaradas traições e não fazem nada a respeito - ao contrário - ficam ainda mais idiotizadamente apaixonadas!

Já ouviram aquela frase "mulher só gosta de homem que não presta"? Pois então, será mesmo preciso aprisionar-se a esta "regra social" cafajeste?

Muitos dizem que só com a dor se aprende; da dor tiramos as melhores lições; com a dor sabemos o que não se deve repetir. Talvez...

O mais engraçado é que a dor - otimistamente considerada passageira - nunca é finita. Sabe aqueles sábios conselhos dos mais velhos, do tipo: "É errando que se aprende, minha filha. Essa não é a primeira nem a última desilusão de sua vida, é assim mesmo."? Então é isso? Nascemos, vivemos, sofremos, morremos e, ainda assim, os outros sofrerão por nós?

Bem...

Prefiro atravessar a rua e seguir com outros caminhos, é injusto tanto trabalho para nada. Não acredito que só aprendemos quando há dor e sofrimento. Afinal, não há nada mais chato do que alguém se lamentando. Ou pior, você com pena de sí mesmo!

Rir é SIM o melhor remédio... E não dar muita relevância às coisas também.

Mas, aqui para nós, nada como aquela dor maravilhosa de ver uma era se acabar... Ou lembrar de um tempo que não volta mais... E essa dor... ela se chama saudade.

Praga natalina!  

Posted by: Liz Silveira


E de repente você se depara como uma perdedora, ou melhor, ganhadora. Sim, ganhadora dos 2 kg que você se esforçara tanto para perder e caber num lindo vestido. Tudo isso porque o natal resolveu se estabelecer justamente quando você decidiu ficar linda e magra para o verão!
Não há nada neste mundo mais deplorável do que rabanadas, pernis de porco ou quitutes natalinos que sobram e perduram durante dias em sua geladeira! Você não pode fazer nada contra isso - além de consumi-los enlouquecidamente!
Faltam cinco dias para o reveillon e eu já decidi minha roupa. O problema é que ela estava linda quando eu estava chegando (cof, cof...) no peso ideal. Não, não vou trocá-las...
Pior ainda é perceber que estes dias que antecedem a data do reveillon são justamente os que marcam a chegada (e permanência) da sua temida TPM (e inchaço abdominal, ânsia por chocolates e espinhas).
O que fazer quando, de repente, o chão se abre e o teto desaba em sua cabeça???

Outra fonte do Dique do Tororó  

Posted by: Liz Silveira

Foto por Liz Silveira.

Agora eu sei  

Posted by: Liz Silveira


De repente, quando tudo parece nublado, aparecem novos sorrisos no teu próprio rosto.

Novas formas de sorrir (nem tão velhas assim), juntamente com idéias que parecem tão tolas diante da realidade.

Às vezes dá até preguiça de correr atrás do que sempre soube que seria...

Prefiro calar-me diante de uma possível catástrofe; contento-me com meu caminho de pedras brancas, ao menos as conheço bem... de uma certa forma...


A vida se forma de coisa que antes não sabíamos mas, como diz a música de Dani Carlos, "Agora eu sei..."

E o cordel diz que:  

Posted by: Liz Silveira


" Eu vou cantar pra saudade, descer da minha cabeça e comandar sua festa... Aquele cheiro, som e imagem do teu corpo... incendeia! E um rio carregado de saudade vem correr na minha veia, é como a luz da lua que atravessa a parede da cadeia, clareia mais forte que o sol...!"
(Cordel do fogo encantado)



Maria Eduarda  

Posted by: Liz Silveira




À você, minha princesa, longos anos de saúde e felicidade.




Gloriosa menina dos olhinhos mágicos...


Tão pequenina e tão gigante.




Gigante em amor e magia, na sua fala suave que cintila aos meus ouvidos.


A mais bela e poderosa, a mais querida e esperada.


Um presente, um conforto...


Um novo motivo para sorrir e acordar todos os dias!




Cada raro e precioso segundo ao teu lado me faz flutuar numa nuvem única onde só estamos eu e você...




Nada mais me importa quando tenho a sua companhia, espero que cresça e diga as palavras que tanto quero ouvir. Mas, enquanto isso, compreendo no teu olhar e digo e repito sonoros "Eu te amo´s"!




Minha querida sobrinha, meu coração aperta de saudade e o meu amor aumenta a cada dia.




Eu te amo como se tivesse saído de mim... Te amo como quem você é... Minha querida sobrinha e afilhada!




Sua dinda te ama com uma dimensão INEXPLICÁVEL!




Sempre te quis, sempre te esperei!




Meu lindo sonho cor de rosa...




Meu biscoitinho de mel!




Te amo!




Com amor,




Tia-dinda Liz!

CHAO DE GIZ (Clique e ouça)  

Posted by: Liz Silveira

Apenas... OUÇA.

Deixe seu coração apertar, permita-se emocionar.

VIVA, AME, SINTA!

Meus eus  

Posted by: Liz Silveira


Assim como Fernando Pessoa, inspiro-me em meus vários "eus" para escrever-lhes.

Sabendo-me única entre os meus tantos heterônimos, caminho sossegada.

A transparência não me importa muito agora, apenas me agarro aos dizeres:

"Nada tem que ser. Tudo pode ser.”


Gosto de passar uma refinação encantada das palavras, nada além.


Enquanto uma humilde escrivã contemporânea de pensamentos embraraçados que sou, contenho-me em dizer que, voltando à história dos heterônimos, sou várias pequenas heroínas e vilãs:


Quando parece não haver mais nada e a vida me derruba, pego minhas armas de Maria Moura e luto. Eu não me conformo. Sou a ousada Emília, acredito que é possível (fazer-de-conta) ao menos quando se quer algo.


Já me despi como a Vênus de Sandro. Já fui Madalena e me escondi quando tive depressão. Já fui Madalena e me arrependi também.


Sou a Iansã na maior parte do tempo: Danada, danada, danada...


Como Iracema, já esperei pelo Martim que viajava. Como Zélia, já fotografei meu Jorge.


E, como nem tudo é perfeito, permito-me ser também a megera bruxa de Ariel.


De Liz, sou tantas...


Mas, apenas sei que sou mulher: bruxa e santa, deusa e diaba.

Nosso tempo  

Posted by: Liz Silveira


Ei, cadê o meu pano de guardar confetes?

Queria eu tê-lo aqui em minhas mãos agora,

para assim jogá-lo cheio de ti em mim.

E assim, meu bem, jamais chorar água e sal incolor novamente...


Apenas gozar e desfrutar o colorido do amor

fazendo valer todos os meus devaneios tolos


Ah, como queria que hoje não fosse uma estrada...

se ao menos eu pudesse ouvir teu coração

não haveria cigarros, nem torturas no peito


Meu amor, o tempo é uma ponte

Mas, atravessando-a de mãos dadas se chega mais rápido ao outro lado.


Se anoiteço numa solidão, amanhã brilharei na companhia de um disparo de risos

Risos de ti

Risos da mais linda voz

Risos teus

Risos da voz do meu amor...


És assim o meu amor...  

Posted by: Liz Silveira


Amor que nasceu de um beijo

Amor que veio além de desejo

Amor que se fez sentir

Amor que me fez sorrir


Falo por mim,

o meu amor por ti cresce dia após dia

Não para

Não diminui


O teu sorriso breve e de razão desconhecida

é o mesmo que me conduz

O teu canto contido me desperta bons sentidos

Ao mesmo tempo, já não sinto mais nada

Nada além de amor


Um amor que veio leve

E que o tempo cultivou


Amo-te por ontem e hoje

Espero-te no meu amanhã...


Hannibal  

Posted by: Liz Silveira


Ao assistir o último filme da quatrilogia do memorável hollywoodiano Hannibal, captamos a razão daquele que antes era ainda pior do que um sub-humano.
É indescritível distorcer toda a narrativa de um filme em que nos choca do início ao fim. Seja em sua previamente considerada crueldade sem motivos, ou pela sabedoria do protagonista que nos conduz à história. Logo nos primeiros instantes do último filme, "perdoamos" todos os massacres cometidos nos seus precedentes.
É incrível e amedrontadora a frieza calculista e "monstruosa" do jovem e vingativo Hannibal Lecter. Ao mesmo tempo, permito-me a voz de quem concorda com a coragem e o amor de quem vive só (só de s-o-z-i-n-h-o) para os que já foram.
Sem mais, apenas digo que nós, reles mortais, guardamos sentimentos que desconhecemos e, certamente, jamais descobriremos. Somos capazes daquilo ou de muito mais - a depender da situação... Ou não.
O simples fato de achar uma plausível explicação para o ocorrido nos denuncia à nossa abstrata crueldade.Enfim... Assim somos, assim seremos. Mas, sinceramente, espero que jamais nos revelemos.

Será inveja?  

Posted by: Liz Silveira


Às vezes me pergunto: Por que o ser humano não se faz capaz de aceitar ou, ao menos, compreender o sucesso alheio? Será esta uma generalizada imperfeição dos auto-nomeados perfeitos racionais?

Bem, com ou sem resposta para esta indagação, adianto-me e confirmo a infeliz coincidência de que "onde há sucesso há olho-gordo".

Não respondo apenas por mim... quem dera eu - humilde pensadora contemporânea - ser alvo de tantas maldades, olhares e maldizeres. Mas nesta vida observamos de tudo e, justamente por isso, afirmo com toda a minha "ciência" que a felicidade (ou o que se entende pela mesma) incomoda.



Para os "afetados", aqui vai uma simples equação:


Incapacidade + insatisfação - (autoconfiaça + criatividade) = INVEJA

E...  

Posted by: Liz Silveira


... de repente eu começo a entrar em sintonia.

Vazia  

Posted by: Liz Silveira


De repente você se depara com uma situação estranha:

Não se reconhece mais.

Eu já não me vejo nas minhas fotos, já não percebo a minha voz, ao menos entendo porque agia como eu agia.

ia...ia... eu estou ficando vazia!

Vazia de mim, vazia de ser.

Estou distante, não sei de quê... Será que é da felicidade? (O que é isso?)

De repente você percebe que nada deu certo, que deu tudo errado. Suas antigas palavras já não fazem sentido, as suas cartas e poesias não refletem mais você ao mundo, você mudou... E o pior: Pra pior ou pra melhor? Mudou como?

Olho-me no espelho e não me vejo, perco-me nos meus novos contornos e no meu olhar mais distante.

Não vejo mais graça em nada, já não faço as minhas velhas piadas, não acredito em ninguém... nem música eu ouço mais, quanto mais canta-las!

Tenho vontade de me afogar no travesseiro e só despertar em outro lugar... Bem distante...

Percebo que sou apenas uma observadora, e isso não me agrada.

Mas... Minhas esperanças?

As joguei fora.

Luto Soteropolitano  

Posted by: Liz Silveira


Por hoje mudarei as minhas coloridas letras, promovendo um luto cordial ao que se passa nestes dias turbulentos.
Antônio Carlos Magalhães morreu. Morte anunciada e esperada. Não me assombrou, nem me desesperou, nem assustou. A lei da vida é imperativa. A morte chega, até para ele, persona não acostumada a perder.

As palavras perda e ACM não rimam, não combinam, mal dialogam. Hoje a Bahia veste o seu luto e, embora haja um misto de alegria e alívio para os que não o admiravam nem suportavam ou toleravam, é inegável que esta foi, sim, uma morte significativa. O atual governador da Bahia, eleito neste final de mandato e de vida de ACM num prenúncio de que o ‘império’ e a hegemonia dele, ACM, chegavam ao fim, assim como sua vida, disse que haverá uma página na História da Bahia para tratar de ACM. Wagner foi modesto e econômico: uma página é pouco. Nos meus poucos anos de vida, pude politicamente perceber os efeitos do carlismo no meu estado e posso assegurar que ACM não é uma página apenas da história da Bahia, mas um livro inteiro, talvez mais de um volume.

A Bahia, indubitavelmente, foi o seu reino. Por inúmeras vezes, a extensão de seu poder alcançou o cenário nacional. Sua influência foi notória. E Brasília sabe disso. Ouvir sua retórica era admirável e as réplicas que fazia, coisa de mestre. Soube perder todas as batalhas e embates políticos e aqui, nesta ’sua’ Bahia, não pareceu ao povo que tivesse perdido luta alguma, porque nunca o viram senão de cabeça erguida. A imagem inabalável de um rei, como ensinou Machiavelli.

Tirano, déspota, salvador da pátria, herói (o povo se divide). Não o aplaudo, mas tiro o chapéu por saber o quanto ele foi FORTE, o quanto a sua força política afetou o estado, a política.

ACM ou Antônio Carlos Magalhães foi uma personalidade ímpar. Isso não há como negar. E nem que a Bahia viverá, a partir de sua morte, um novo tempo. Melhor ou pior só o futuro dirá.

Socorro!  

Posted by: Liz Silveira


Socorro, não estou sentindo nada

Nem medo, nem calor, nem fogo

Não vai dar mais pra chorar

Nem pra rir

Socorro, alguma alma mesmo que penada

Me empreste suas penas

Já não sinto amor nem dor

Já não sinto nada

Socorro, alguém me dê um coração

Que esse já não bate nem apanha

Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa

Qualquer coisa que se sinta

Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva

Socorro, alguma rua que me dê sentido

Em qualquer cruzamento,

Acostamento,

Encruzilhada

Socorro, eu já não sinto nada


(Socorro - Arnaldo Antunes)

Salto "vival"  

Posted by: Liz Silveira


Estou fora

Fora de mim

Fora do eixo

Ou melhor... sem eixo!





Fico pensando em que resultaria a minha vida caso eu resolvesse pular da janela de um avião...

Se restasse alguma coisa de mim, e se eu saltasse no lugar certo... Talvez os vértices se encontrassem!

Meu último dia...  

Posted by: Liz Silveira




Acredito que as pessoas sempre dizem que fariam no seu último dia na terra tudo aquilo que não tiveram coragem de fazer por toda vida, ou o que sempre fizeram escondido aos olhos dos outros e jamais tiveram vontade alguma de revelar ao mundo suas peripécias e desejos.
Quando paro para pensar no que eu faria, sabendo que só me restaria mais um dia na condição de uma reles mortal, penso que, primeiramente, seria impossível. São muitas coisas. Muitos sonhos, vontades e curiosidades para experimentar. Mas, posso tentar fazer uma prévia das minhas prioridades.
Primeiramente, uma grande parte deste precioso dia seria destinada a ficar ao lado do homem que eu amo e fazendo amor como jamais pensei que seria possível, pois, nas minhas últimas 24 horas, milagres aconteceriam. Escolheria o lugar mais alto e lindo que houvesse no mundo, com o céu mais azul e cheio de pequenas nuvens, um sol radiante e nada escaldante, as mais rosadas flores, e lindas borboletas amarelas voando. Ah, também não posso esquecer dos beija-flores com barrigas azul-marinho ou “cor-de-burro-quando-foge”! Assim como nos desenhos da Disney. Também aproveitaria para dizer tudo o que jamais seria possível em um só dia, diria tudo – exatamente tudo – o que tenho para falar, das coisas mais lindas e puras às mais vergonhosas e infames!
Além de todo este irresistível cenário de amor, eu satisfaria todas as minhas vontades ridículas e infantis, como comer 50 chocolates ao leite com recheio de caramelo, e fazer todas as minhas refeições no fast-food do shopping, com o máximo de gordura saturada e suculenta possível, por favor. Com absoluta certeza faria uma total lipo-escultura e colocaria silicone nos seios. Roubaria uma Ferrari vermelha conversível e dirigiria enlouquecidamente pela Linha Verde enrolada numa toalha de banho branca e usando um chapeuzinho de palha chiquérrimo. Na cara, um óculos escuro enorme super fashion e um batom vermelho. Assim como o que Marisa Monte usa; acertaria as contas com todas as infelizes criaturas que menos suporto no mundo quebrando um dente de cada uma, os frontais – claro; abriria todas as gaiolas que prendem belos pássaros, inclusive as da minha casa; daria caviar aos meus cachorros, só pelo simples prazer de vê-los comendo o que outros tipos de cachorros acham chique; diria EU TE AMO zilhões de vezes aos meus pais e irmãos, e agradeceria todo o amor que minha avó sempre me deu.
No fim do dia, reuniria meus amigos mais importantes e faria a festa que eu sempre quis, com tequileiros, boate “bombando”, balões em preto e branco, telão com fotos das passagens mais importantes da minha vida e artistas que brincam com fogo. Também beberia os melhores e mais variados drinques até não poder mais. Depois de um delicioso banho de espuma, compraria a maior cama do mundo só para poder adormecer ao lado das pessoas que hoje mais importam na minha vida, e, todos abraçadinhos, esperaríamos pelo fim do mundo.

A cidade baixa nos embalos de sábado à noite  

Posted by: Liz Silveira


Na época das festas da Jovem Guarda era bastante divertido. A animação ficava por conta dos DJ´s “por instinto”. Naquela época, a moda era usar tamanco e calça jeans com boca de sino e nesga.
Uma vez, um jovem mais animado e desprovido de senso crítico lançou uma camiseta que deixava o umbigo à mostra, fato que, inegavelmente gerou a maior gozação. Na época da discoteca rolava mixagem, depois vieram “Os embalos de sábado à noite”.
Mascar chicletes, usar blusões de couro e cabelos com brilhantina faziam parte da época. Sem querer desmerecer o trabalho dos estilistas sérios e contemporâneos, acredito que não houve moda melhor que a dos anos 70. Algo realmente inovador, sem muitos padrões econômicos nem sociais. Uma verdadeira liberdade de expressão através das vestimentas. Para os que desfrutavam o doce frescor da juventude da época, parabéns. São, realmente, uns felizardos.
Para “a galera” da cidade baixa de Salvador, não era diferente. O ruim era apenas aquele sobe e desce de ladeiras com aquelas calças tão apertadas que pareciam que iam estourar a qualquer momento! Tal façanha exigia um exímio controle das pernas, juntamente com o rebolado do quadril, principalmente dos homens, uns “estranhos no ninho”. A moda ali chegava bem rápido também, uma das grandes características dos moradores de Itapagipe era o grande entrosamento de uns com os outros, o que gerava uma incrível velocidade de comunicação e chegada de novas informações. Eles sim, estavam na moda.
O sábado à noite era sinônimo de diversão, vestir-se também! Hoje é sinal de confusão e status. Classes dominantes e classes dominadas. Que atraso!

Relaxe e goze!  

Posted by: Liz Silveira


Por mais que eu ache uma completa palhaçada e falta de respeito com o "povo brasileiro" o que foi dito, tomei para mim o conselho da então Ministra do Turismo (sexual):

Ah, o jeito mesmo é relaxar e gozar!

E estou tentando o que vem depois do relaxar...



Xô stress!

Dia dos Namorados  

Posted by: Liz Silveira


Enfim chegou, após uma longa espera, o Dia dos Namorados.

Mesmo sendo uma legítima data comercial, sabemos o quanto é especial ter alguém para encher de carinhos e denguinhos, numa meninice aguda de ternuras e presentinhos!

Sair para fazer as compras do dia, se embelezar toda à espera do seu amor... Imaginar como será a noite tão esperada... Humm

É realmente uma lavagem na alma, parece até que será o nosso primeiro encontro!

Há toda uma preparação anterior ao "grande dia" : Que roupa usar? E qual perfume? Como faço com os cabelos? Será que ele vai gostar? E a cartinha? O que será que ele escreveu para mim?

Rsrs



Enfim, não minto que por trás de todo um discurso moralista e social anti datas comerciais, existe um coração apaixonado à espera do 12 de junho que, finalmente, chegou!



Agora deixem-me ir que tenho muito a fazer!



Esperar escurecer...



Ai ai, o amor está no ar...




Linhas tortas  

Posted by: Liz Silveira


... e enquanto estou na janela do quarto esperando a vida passar, debruçada numa ânsia de saltar

Mal sabia eu que alguém faria tudo o que eu não conseguia:

Traria-me novamente a sede e a esperança de que tudo é realmente escrito por linhas tortas

E que a verdade é que pouco me importa o meu caminho torto

Já que eu tenho um passado nas lembranças, e que com ele viverei cantando, sorrindo e amando.



...  

Posted by: Liz Silveira

Eu sinto saudade da felicidade
Saudade de gargalhar
Saudade de sair do lugar-comum
Saudade de viver de verdade
Eu sinto saudade de poder ser
Sinto saudade de saber o que é um final de semana
Sinto saudade de mudar de ares
De me sentir mais viva
Sinto saudade da antiga EU
E de ser menos ISSO


É feriadão e eu estou em casa.

...  

Posted by: Liz Silveira


Para alcançar alguns sonhos devemos ser absolutamente realistas.

Hoje acordei com síndrome de areia. De MUITA areia.


Disse tudo...  

Posted by: Liz Silveira

" Não há tempo consumido
num tempo a economizar.
O tempo é todo vestido
De amor e tempo de amar"

C. Drummond de Andrade


Shiu...  

Posted by: Liz Silveira


Hoje enxergo as pessoas tão pequenas, com valores tão insignificantes, numa doentia pobreza de espírito. Espanto-me com o valor que dão ao ter, e ao ser quem não são. Irrito-me com picuinhas e “nigrinhagens” típicas de muitos seres humanos nada éticos ou corteses. Fico enjoada quando paro para ouvir o “nada” que muitas pessoas têm a dizer. Prefiro me entocar no meu mundico “anormal” aos olhos dos dignos de pena, estes sim... Tão COMUNS.
São importâncias tão irrelevantes que pairam na cabeça destas reles pessoas... Como têm coragem de abrir a boca para falar tantos “nadas”? E o pior, por que eu ainda dou atenção?

Ai, que vergonha de existir e participar por osmose deste meio.

Fazer nada...  

Posted by: Liz Silveira


Estou tão cansada que não quero fazer nada, até sorrir cansa!

Estou com uma vontade de sentar na cadeira de balanço da minha avó e ir para lá e para cá esperando que o tempo me decomponha por inteiro.

Ao final, certamente, já estarei bastante descansada.

Tenho coisas para fazer, coisas que devem estar prontas depois de amanhã...

Mas que preguiça!

Esses afazeres são tão chatos que brigam entre sí numa disputa demente de importâncias.

Rs

Mas só para pirraçar, deixarei estas duas tarefas de molho... até me dar vontade, ou até eu me decompor.


O tempo está tão bom, um friozinho que pede cama e edredom!


Ai, que bom seria se assim não fosse...